Quem sou?


Não sei qual o meu começo.
Há tanto de que me esqueço.
Como posso ser tudo aquilo que desconheço?
Mas sou.
Sou velha, sou nova.
Sou reaproveitada.
Posso subir para baixo, gritar sussurros, ser tudo e nada.
Posso parar o tempo.
Sou o impossível possível.
Quem sou eu, que não me apresento?
Quase me esqueço, peço perdão.


Sou a imaginação.

4 comentários:

  1. Oie,
    ohhhhhhhhhhhhh adorei os versinhos!!!!

    bjos

    http://blog.vanessasueroz.com.br

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  2. A imaginação realmente faz o impossível, o impensável. Gostei bastante dos versos.

    M&N | Desbrava(dores) de livros - Participe do nosso top comentarista

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  3. Se me permite a opinião, eu acho que o lance é a busca, a busca pelo que somos é o que somos. Creio.
    Thais, convido para comente meu triste “THE SMITHS, O CONTO” http://jefhcardoso.blogspot.com Abraço!

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  4. Olá Thais!!

    Vim aqui fazer propaganda do meu novo livro, mas fui surpreendido por estes profundos versos, frutos de um autoconhecimento e uma auto-aceitação que não é para poucos!

    Gostei!

    Rafael

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